El Segundo Libro de los Reyes continúa la historia de los reinos de Israel y Judá, comenzando con la enfermedad de Ocozías y el ministerio final de Elías, seguido por la historia de Eliseo. El libro narra la caída de Samaria (722 a.C.) y la deportación de Israel, y culmina con la caída de Jerusalén (586 a.C.) y el cautiverio babilónico. Es canónico en todas las tradiciones cristianas principales.
2 Reyes
Capítulo 16 — Acaz reina en Judá
No décimo sétimo ano de Pecá, filho de Romelias, Acaz, filho de Joatão, rei de Judá, tornou-se rei.
Tinha vinte anos quando começou a reinar e reinou dezesseis anos em Jerusalém. Não fez o que era bom aos olhos do Senhor, seu Deus, como Davi, seu pai.
Andou no caminho dos reis de Israel, e até fez passar pelo fogo o seu filho, conforme as abominações dos povos que o Senhor tinha expulsado de diante dos israelitas.
Oferecia sacrifícios e queimava incenso nos lugares altos, sobre as colinas e debaixo de toda árvore verde.
Então, Rasin, rei da Síria, e Pecá, filho de Romelias, rei de Israel, subiram contra Jerusalém para a atacarem. Cercaram Acaz, mas não o puderam vencer.
Naquele tempo, Rasin, rei da Síria, restituiu Elate à Síria e expulsou os judeus de Elate. Os edomitas foram para Elate, onde habitam até o dia de hoje.
Acaz enviou mensageiros a Teglat-Falasar, rei da Assíria, para lhe dizer: “Eu sou teu servo e teu filho; sobe e livra-me das mãos do rei da Síria e das mãos do rei de Israel, que me atacam”.
Acaz tomou a prata e o ouro que se achavam no Templo do Senhor e nos tesouros da casa real, e mandou-os de presente ao rei da Assíria.
O rei da Assíria atendeu-o; subiu contra Damasco, apoderou-se dela, deportou os seus habitantes para Quir e matou Rasin.
O rei Acaz foi a Damasco ao encontro de Teglat-Falasar, rei da Assíria. Tendo visto o altar que estava em Damasco, o rei Acaz enviou ao sacerdote Urias o modelo e a planta exata do altar.
O sacerdote Urias construiu um altar conforme todas as indicações que o rei Acaz lhe tinha mandado de Damasco; e assim o fez o sacerdote Urias, antes que o rei Acaz voltasse.
Quando o rei voltou de Damasco, viu o altar e, aproximando-se dele, ofereceu sobre ele sacrifícios.
Queimou o seu holocausto e a sua oblação, derramou a sua libação e aspergiu sobre o altar o sangue dos seus sacrifícios pacíficos.
Quanto ao altar de bronze que estava diante do Senhor, ele o tirou da frente do templo, do lugar entre o altar novo e o Templo do Senhor, e pô-lo ao lado norte do novo altar.
O rei Acaz deu ao sacerdote Urias esta ordem: “É neste grande altar que oferecerás o holocausto da manhã e a oblação da tarde, bem como o holocausto do rei e a sua oblação, e o holocausto de todo o povo da terra, a sua oblação e as suas libações. Todo o sangue dos holocaustos e dos sacrifícios será aspergido sobre ele. Pelo altar de bronze, eu me informarei”.
O sacerdote Urias fez conforme tudo o que o rei Acaz lhe havia ordenado.
O rei Acaz cortou as molduras dos suportes e tirou de cima deles a pia; tirou o mar de cima dos bois de bronze que o sustentavam e pô-lo sobre um pavimento de pedra.
Suprimiu também, por causa do rei da Assíria, o pórtico do sábado, que se tinha construído no templo, e a entrada exterior reservada ao rei.
O restante da história de Acaz, seus atos e grandes feitos, tudo se acha consignado no Livro das Crônicas dos reis de Judá.
Acaz adormeceu com seus pais e foi sepultado com eles na Cidade de Davi. Seu filho Ezequias sucedeu-lhe no trono.