El Segundo Libro de los Reyes continúa la historia de los reinos de Israel y Judá, comenzando con la enfermedad de Ocozías y el ministerio final de Elías, seguido por la historia de Eliseo. El libro narra la caída de Samaria (722 a.C.) y la deportación de Israel, y culmina con la caída de Jerusalén (586 a.C.) y el cautiverio babilónico. Es canónico en todas las tradiciones cristianas principales.
2 Reyes
Capítulo 25 — Caída de Jerusalén y cautiverio en Babilonia
No nono ano do seu reinado, no décimo mês, aos dez do mês, Nabucodonosor, rei da Babilônia, veio com todo o seu exército contra Jerusalém; acampou defronte dela e levantou trincheiras ao redor.
A cidade ficou sitiada até o undécimo ano do rei Sedecias.
Aos nove do mês, quando a fome apertava na cidade e o povo não tinha mais o que comer,
a cidade foi arrombada. Todos os homens de guerra fugiram de noite pelo caminho da porta entre as duas muralhas, que está junto ao jardim do rei, enquanto os caldeus cercavam a cidade. O rei seguiu pelo caminho da planície.
Mas as tropas dos caldeus perseguiram o rei e alcançaram-no nas planícies de Jericó; e todo o seu exército o abandonou.
Tomaram o rei e o levaram ao rei da Babilônia, em Ribla, e lhe pronunciaram a sentença.
Mataram os filhos de Sedecias à sua vista; depois lhe furaram os olhos, e o carregaram de grilhões e o levaram para a Babilônia.
No quinto mês, aos sete do mês, no décimo nono ano de Nabucodonosor, rei da Babilônia, Nabuzardã, chefe da guarda, servo do rei da Babilônia, entrou em Jerusalém.
Queimou o Templo do Senhor, o palácio real e todas as casas de Jerusalém; entregou às chamas todas as casas importantes.
Todo o exército dos caldeus, que estava com o chefe da guarda, derrubou as muralhas em torno de Jerusalém.
O restante do povo que ficara na cidade, os desertores que se tinham passado para o rei da Babilônia, e o resto da multidão, Nabuzardã, chefe da guarda, deportou.
O chefe da guarda deixou alguns dos pobres do país para serem vinheiros e lavradores.
Os caldeus despedaçaram as colunas de bronze que estavam no Templo do Senhor, como também os suportes e o mar de bronze que estavam no Templo do Senhor, e levaram o bronze para a Babilônia.
Levaram também as panelas, as pás, as tesouras, os recipientes para incenso e todos os objetos de bronze que serviam ao culto.
O chefe da guarda levou também os braseiros e as bacias, tudo o que era de ouro e de prata.
Quanto às duas colunas, ao mar único e aos suportes que Salomão tinha feito para o Templo do Senhor, o bronze de todos esses objetos era de peso incalculável.
A altura de uma coluna era de dezoito côvados; sobre ela havia um capitel de bronze de três côvados de altura, e em torno do capitel uma rede e romãs, tudo de bronze. A outra coluna apresentava as mesmas dimensões.
O chefe da guarda prendeu também a Saraias, sumo sacerdote, a Sofonias, segundo sacerdote, e aos três guardas da entrada.
Da cidade prendeu um oficial que comandava os homens de guerra, cinco dos familiares do rei que se achavam na cidade, o escrivão do chefe do exército que recenseava o povo da terra, e sessenta homens do povo que estavam na cidade.
Nabuzardã, chefe da guarda, levou-os ao rei da Babilônia, em Ribla.
O rei da Babilônia mandou matá-los em Ribla, na terra de Hamat. Assim Judá foi deportado para longe da sua terra.
Quanto ao povo que tinha ficado na terra de Judá, que Nabucodonosor, rei da Babilônia, ali deixara, nomeou-lhe por governador a Godolias, filho de Aicam, filho de Safã.
Todos os chefes das tropas, eles e os seus homens, ao saberem que o rei da Babilônia tinha nomeado governador a Godolias, vieram ter com ele a Masfa: a saber, Ismael, filho de Natanias, Joanã, filho de Careá, Seraías, filho de Tanumet, o netofatita, e Jazanias, filho de um maacatita.
Godolias jurou-lhes, a eles e aos seus homens: “Não tenhais medo dos caldeus; permanecei na terra, servi ao rei da Babilônia e sereis felizes”.
No sétimo mês, Ismael, filho de Natanias, filho de Elisama, de estirpe real, veio com dez homens e assassinou Godolias, assim como os judeus e os caldeus que estavam com ele em Masfa.
Todo o povo, desde o menor até ao maior, com os chefes das tropas, levantou-se e fugiu para o Egito, por medo dos caldeus.
No trigésimo sétimo ano do cativeiro de Joaquim, rei de Judá, no décimo segundo mês, aos vinte e sete do mês, Evil-Merodaque, rei da Babilônia, no ano em que começou a reinar, libertou Joaquim, rei de Judá, tirando-o do cárcere.
Falou-lhe benignamente e lhe deu um lugar preferente ao dos outros reis cativos que estavam com ele na Babilônia.
Mandou que Joaquim depusesse as suas vestes de presidiário, e que ele comesse sempre à sua mesa, todos os dias da sua vida.
Enquanto viveu, recebeu do rei uma pensão diária, para todas as suas despesas.