El Segundo Libro de los Reyes continúa la historia de los reinos de Israel y Judá, comenzando con la enfermedad de Ocozías y el ministerio final de Elías, seguido por la historia de Eliseo. El libro narra la caída de Samaria (722 a.C.) y la deportación de Israel, y culmina con la caída de Jerusalén (586 a.C.) y el cautiverio babilónico. Es canónico en todas las tradiciones cristianas principales.
2 Reyes
Capítulo 4 — Eliseo multiplica el aceite de la viuda
Uma mulher, que era mulher de um dos discípulos dos profetas, clamou a Eliseu: “Meu marido, teu servo, morreu, e tu sabes que ele temia o Senhor; veio agora o credor para levar os meus dois filhos para serem seus escravos”.
Eliseu disse-lhe: “Que te farei? Dize-me: que tens em casa?”. Ela respondeu: “A tua serva não tem nada em casa, senão uma ânfora de azeite”.
Ele disse: “Vai, pede emprestadas a todos os teus vizinhos muitas vasilhas vazias.
Depois, entra com teus filhos, fecha a porta e deita azeite em todas essas vasilhas, pondo-as de parte à medida que forem cheias”.
Ela o deixou e, fechando a porta atrás de si e de seus filhos, apresentavam-lhe as vasilhas e ele as enchia.
Quando as vasilhas estavam cheias, disse ela a um filho: “Apresenta-me ainda uma vasilha”. Ele respondeu: “Não há mais”. Então, o azeite parou.
Ela foi contar tudo ao homem de Deus, que lhe disse: “Vai, vende o azeite e paga o teu débito; e tu e teus filhos vivereis do que restar”.
Passou um dia em que Eliseu foi a Suném. Havia ali uma mulher rica que o obrigou a comer em sua casa. E, por todas as vezes que ele passava, lá entrava para comer.
Ela disse a seu marido: “Creio que este homem que passa sempre por nossa casa é um santo homem de Deus.
Façamos-lhe um pequeno quarto sobre o terraço, com uma cama, uma mesa, uma cadeira e um candeeiro, para que quando vier nos visitar, se possa recolher ali”.
Ora, certo dia, voltou ele ali, entrou no quarto e descansou.
Depois, disse a seu servo Giézi: “Chama a sunamita”. Ele a chamou, e ela se apresentou diante dele.
Eliseu disse ao servo: “Dize-lhe: ‘Tu mostraste muita solicitude para conosco; que se pode fazer por ti? Há alguma coisa que dizer ao rei ou ao general do exército?’”. Ela respondeu: “Moro no meio do meu povo”.
Ele então perguntou: “Que se poderá fazer por ela?”. Giézi disse: “Ah! Ela não tem filho e seu marido é velho”.
Eliseu ordenou: “Chama-a”. Ele a chamou, e ela veio à porta.
Ele disse-lhe: “Daqui a um ano, neste mesmo tempo, traze um filho nos braços”. Ela respondeu: “Não, meu senhor, ó homem de Deus, não mintas à tua serva”.
E a mulher concebeu e, na mesma época, no ano seguinte, deu à luz um filho, como Eliseu lhe dissera.
O menino cresceu. Um dia, saiu para ter com o pai, que estava com os ceifeiros,
e disse ao pai: “Minha cabeça! Minha cabeça!”. O pai disse ao criado: “Leva-o à sua mãe”.
Ele o tomou e o levou à sua mãe. O menino ficou sentado no regaço dela até o meio-dia; e morreu.
Ela subiu e o colocou sobre a cama do homem de Deus e, fechando a porta, saiu.
Chamou o marido e disse: “Manda-me, peço-te, um dos servos e uma jumenta, para que eu vá, sem demora, ter com o homem de Deus e depois volte”.
Ele disse: “Por que vais ter com ele hoje? Não é lua nova nem sábado”. Ela respondeu: “Pouco importa”.
Mandou albardar a jumenta e disse ao seu servo: “Leva-me e faze andar depressa; não me impeças de ir sem que eu to diga”.
Partiu, pois, e foi ter com o homem de Deus, ao monte Carmelo. Quando o homem de Deus a viu ao longe, disse a seu servo Giézi: “Eis a sunamita.
Vai agora ao seu encontro e pergunta-lhe: ‘Vais bem? Teu marido vai bem? Teu filho vai bem?’”. Ela respondeu: “Vamos bem”.
Chegando ao homem de Deus, ao monte, ela lhe abraçou os pés. Giézi aproximou-se para afastá-la, mas o homem de Deus disse: “Deixa-a, porque a sua alma está triste, e o Senhor me ocultou o motivo, não mo revelando”.
Ela exclamou: “Acaso, pedi eu um filho ao meu senhor? Não te disse eu que não me enganasses?”.
Ele disse a Giézi: “Prende os teus vestidos, toma na mão o meu cajado e vai. Se encontrares alguém, não o saúdes, e se alguém te saudar, não lhe respondas. Porás o meu cajado sobre o rosto do menino”.
A mãe do menino disse: “Tão certo como vive o Senhor e tu vives, não te deixarei”. Então, ele se levantou e a seguiu.
Giézi caminhava adiante deles e pôs o cajado sobre o rosto do menino, mas não houve voz nem movimento. Voltou, pois, ao encontro de Eliseu e lhe anunciou: “O menino não despertou”.
Quando Eliseu chegou à casa, eis que o menino estava morto, deitado na cama de Eliseu.
Entrou, fechou a porta sobre eles dois, e orou ao Senhor.
Depois, subiu à cama, deitou-se sobre o menino, pôs a boca sobre a boca dele, os olhos sobre os olhos, as mãos sobre as mãos e se inclinou sobre ele. E a carne do menino aqueceu.
Levantou-se, andou pela casa de um lado para o outro, e subiu novamente para se debruçar sobre ele. O menino espirrou por sete vezes e abriu os olhos.
Eliseu chamou Giézi e disse: “Chama a sunamita”. Ele a chamou, e ela veio para junto dele. E ele disse: “Toma o teu filho”.
Ela se lançou a seus pés, prostrou-se por terra, tomou o filho e saiu.
Eliseu voltou a Gilgal. Havia fome naquela terra. Enquanto os discípulos dos profetas estavam sentados diante dele, disse ao seu servo: “Põe a grande panela ao fogo e prepara um caldo para os discípulos dos profetas”.
Um deles foi ao campo apanhar ervas e achou uma parra brava, da qual colheu colombros silvestres, enchendo a sua capa. E, voltando, cortou-os em pedaços na panela do caldo, pois não sabiam o que era.
Serviram a comida aos homens. E, quando estes a provaram, exclamaram: “Há morte na panela, ó homem de Deus!”. E não a puderam comer.
Ele disse: “Trazei farinha”. Lançou-a na panela e disse: “Serve a essa gente para que coma”. E não havia mais nada de mau na panela.
Um homem veio de Baal-Salisa, trazendo ao homem de Deus pães das primícias, vinte pães de cevada, e trigo novo em espiga. Eliseu disse: “Dá a essa gente para que coma”.
O seu servo respondeu: “Como hei de pôr isto diante de cem homens?”. Tornou ele: “Dá a essa gente para que coma, porque assim diz o Senhor: ‘Comerão e ainda sobrará’”.
Ele serviu, e eles comeram, e ainda sobrou, conforme a palavra do Senhor.