O Apocalipse de João é o último livro do cânon protestante e católico. É aceito por todas as tradições cristãs principais, incluindo a Igreja Católica, Ortodoxa Oriental, Ortodoxa Etíope e Protestante. É o único livro profético do Novo Testamento, escrito por João na ilha de Patmos durante o reinado de Domiciano (c. 95 d.C.).
Apocalipse
Capítulo 15
E vi outro sinal no céu, grande e admirável: sete anjos, que tinham as sete últimas pragas; porque nelas é consumada a ira de Deus.
E vi um como mar de vidro misturado com fogo; e os que haviam saído vitoriosos da besta, e da sua imagem, e do seu sinal, e do número do seu nome, que estavam junto ao mar de vidro, tendo as harpas de Deus.
E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos santos!
Quem te não temerá, ó Senhor, e não engrandecerá o teu nome? Porque só tu és santo; portanto, todos os povos virão, e se prostrarão diante de ti, porque os teus juízos são manifestos.
E depois disto olhei, e eis que o templo do tabernáculo do testemunho se abriu no céu.
E os sete anjos, que tinham as sete pragas, saíram do templo, vestidos de linho puro e resplandecente, e cingidos com cintos de ouro pelos peitos.
E um dos quatro animais deu aos sete anjos sete taças de ouro, cheias da ira de Deus, que vive para todo o sempre.
E o templo encheu-se com a fumaça da glória de Deus e do seu poder; e ninguém podia entrar no templo, até que se consumassem as sete pragas dos sete anjos.